Este espaço destina-se à envolvência Comunidade / Escola...

 

Caros Pais / Encarregados de Educação,

Bem-vindos ao vosso “cantinho” na página do Agrupamento vertical da Escola D. Manuel I.

Para além das boas vindas, gostaríamos de partilhar algumas reflexões convosco sobre o importantíssimo papel que os pais/encarregados de educação têm no processo educativo dos vossos filhos e filhas.

Julgamos que não será exagerado afirmar que a escola pública é uma das conquistas mais importantes das sociedades modernas. É tão importante que a presença dos alunos na escola é obrigatória até ao 9.º ano, sendo mesmo obrigatória até ao 12.º ano nalguns países da União Europeia. Esta importância da escola no mundo actual obriga a uma responsabilidade acrescida das famílias.
Não será exagero afirmar que o empenho e a participação dos pais na vida escolar dos alunos pode influenciar o percurso efectivo dos alunos na escola, o seu processo de aprendizagem, a sua disciplina, o convívio com os outros colegas e com os professores. Nada pode substituir este papel dos pais/encarregados de educação. Diríamos mais, nada deve substituir os pais/encarregados de educação neste processo complexo, exigente, desesperante por vezes, mas que a médio e longo prazo só pode trazer benefícios.
É por isso tão importante que os pais/encarregados de educação:

Compareçam na escola por iniciativa própria, sempre que possível, pois isso mostra aos alunos que estão efectivamente preocupados com o seu dia-a-dia na escola;

Incutam nos alunos o respeito pelo trabalho do professor, pelo cumprimento dos horários e das regras da sã convivência, tão necessárias a um clima saudável de disciplina;

Mostrem interesse em tudo o que o aluno realiza, incentivando-o, esclarecendo dúvidas, se possível, mas sem fazer os trabalhos por ele, de modo a estimular a autonomia do aluno;

Favoreçam o desenvolvimento do aluno de acordo com as suas capacidades, não fazendo comparações com os colegas, mas estimulando-o a superar-se.

E não se esqueçam, ainda que os jovens não o demonstrem, é para eles muito importante que os seus pais/encarregados de educação mostrem interesse pelo que acontece nas suas vidas. Dentro e fora da escola.

Voltem sempre.

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Acções de Formação destinadas a Encarregados de Educação

 

Estão disponíveis os documentos da acção Escola-Famílias que decorreu no auditório da escola D. Manuel I no dia 2 de Fevereiro.

Escola Família

Ambientes Familiares

 

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LER MAIS DÁ SAÚDE

7 EXCELENTES RAZÕES PARA LER COM AS CRIANÇAS

    Sempre que puder conte e leia histórias, cante ou ouça canções e partilhe estas actividades em família. Encoraje a criança a mexer em livros, a desenhar, pintar e conversar sobre as histórias.
    Se as primeiras experiências com livros forem ricas e agradáveis, as crianças aprendem a ler melhor e é mais provável que se venham a tornar boas leitoras.
    As crianças que ouvem ler e conversam sobre os livros:
    *Adquirem maior vocabulário
    *Aprendem a ler muito melhor
    *Gostam mais de livros
    *Têm mais sucesso na escola

    BASTAM ALGUNS MINUTOS POR DIA
    * As crianças desenvolvem-se melhor quando vêem ou ouvem ler livros todos os dias
    * Leia alto aos seus filhos
    * Ajude-os a gostar de livros
    * As crianças desenvolvem-se melhor quando vêem ou ouvem ler livros todos os dias


    A Biblioteca da Escola empresta livros para crianças e jovens lerem em casa. Encoraje os seus filhos a usar mais a Biblioteca da Escola.
    Faça da leitura um momento agradável no dia-a-dia da sua família.

     

    GESTOS QUE FAZEM TODA A DIFERENÇA

    * Valorize o livro e a leitura oferecendo livros aos seus filhos.
    * Habitue a criança a escolher um livro para dar aos amigos como presente.
    * Visite livrarias, supermercados e feiras do livro e deixe a criança mexer nos livros expostos.
    * Convide o seu filho a observar, folhear e escolher um ou alguns para levar para casa ou para oferecer.

     

    Mensagem de Daniel Sampaio sobre o Plano Nacional de Leitura

    «O actual Plano Nacional de Leitura tem, entre outros méritos, a vantagem de oferecer uma lista de livros adequada a cada idade, o que constitui um valioso guia para os pais e educadores. Muitos desses textos são estímulo à fantasia da criança e do adolescente: esse deve ser o principal desígnio da literatura infantil porque, como também escreveu João dos Santos, «histórias sem sonho são narrativas sem murmúrios nem vogais, portanto sem os sons da dor e do prazer».

    in Pública-Público

     

     

    Reuniões de encarregados de educação  
    Armanda Zenhas| 2009-02-25

    Reuniões conjuntas de encarregados de educação e alunos permitem reforçar os laços entre a família e a escola. Possibilitam que pais e filhos debatam, entre si e com a directora de turma, problemas escolares ou assuntos com eles relacionados.

    Reunião de encarregados de educação do 6.º B. Presenças: 18 encarregados de educação, 18 alunos e a directora de turma. Assuntos principais: entrega das fichas de avaliação do 1.º período e debate sobre estratégias de acompanhamento da realização dos TPC.

    Depois de a directora de turma distribuir as fichas de avaliação a cada encarregado de educação, explica o seu conteúdo. Cada pai/mãe e seu educando lêem e analisam em conjunto a respectiva ficha. As dúvidas na consulta são tiradas com a directora de turma. Pedidos de esclarecimento relativos aos alunos em termos individuais, são remetidos para o atendimento individual.

    Em seguida faz-se uma análise dos resultados globais da turma e dos problemas detectados pelos professores. Entre eles conta-se a falta de estudo diário por parte dos alunos. Daí que tenha surgido a ideia do debate sobre os TPC.


    Disponivel em:

    http://www.educare.pt/educare/

     

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    Adolescência terminável e interminável
    Janeiro de 2009
     

    Quando olhamos para trás, para os acontecimentos que nos marcaram ao longo da nossa vida, quais são os que nos vêm à mente? O primeiro beijo? O falecimento de um familiar querido? A nossa estreia, mais ou menos atribulada, na escola? O dia do nosso casamento? O nascimento do nosso primeiro filho? As possibilidades são múltiplas. Quantos destes acontecimentos marcantes tiveram lugar durante a adolescência? Provavelmente apenas uma minoria deles.

    Mas se reformularmos a questão e perguntarmos quantos deles marcaram o início ou o fim de uma fase da nossa vida, provavelmente constataremos que muitos deles, efectivamente, tiveram um impacto decisivo no nosso modo de vermos o mundo, de interagirmos com os outros, enfim, no nosso posicionamento face a nós próprios e face aos outros. Quero com esta discussão chamar a atenção para o facto de que provavelmente a nossa vida é feita de fases, não necessariamente marcadas por aquilo que se convencionou que fossem as “fases normativas do desenvolvimento”, como seja a adolescência.

    Disponivel em:

    http://www.educare.pt/educare/

     

    Poupar Energia  
    Janeiro de 2009

    Poupar energia é uma medida saudável não só em termos ambientais como pela influência directa – muito positiva – que pode ter nos gastos pessoais e familiares. Fique a saber as mudanças que, em casa ou no exterior, poderão ajudar a preservar os recursos do planeta que habitamos.

    Disponivel em:

    http://www.educare.pt/educare/

     

     

    Educação sexual  
    Adriana Campos| 2008-10-29

    Na Alemanha, o Centro Federal para a Saúde apresentou materiais variados para que seja possível a implementação da educação sexual nos jardins-de-infância.

    Disponivel em:

    http://www.educare.pt/educare/

     

     
    Divórcios?...  
    Adriana Campos| 2008-10-15

    Fazer do divórcio um momento isento de dor para os filhos é uma missão impossível, torná-lo menos doloroso é a missão que só os pais podem levar a cabo! Como tornar então este momento de ruptura e dor menos doloroso?

    Disponivel em:

    http://www.educare.pt/educare/


    O que comer na escola?  
    Paula Veloso| 2008-09-24
    Quando lhes dá dinheiro para comerem na escola, muitas vezes trocam o almoço por qualquer alimento ou bebida mais ao seu gosto, que lhes oferece este ou outro brinde ou que a publicidade tão bem lhes sabe impingir.

    Agora que se iniciou mais um ano lectivo e que cada vez mais a obesidade infantil é falada nos meios de informação, muitos pais se questionarão quanto àquilo que os seus filhos deverão ou poderão comer nas horas em que estão fora de casa. Em muitos casos, são mesmo muitas horas e podem abranger três refeições. Por isso deve haver um especial cuidado na escolha dos alimentos sob pena de as crianças não ingerirem os nutrientes necessários ao seu óptimo crescimento e desenvolvimento, ao mesmo tempo que, em muitos casos, engordam assustadoramente.

    Disponivel em:

    http://www.educare.pt/educare/

     

    As crianças e a televisão: riscos  
    Serviço de Pediatria do Hospital de São Marcos de Braga| 2008-10-01
    As crianças com menos de 8 anos, têm muitas dificuldades em entender que a publicidade é uma forma de vender um produto, tornando-se assim impossível ver qualquer defeito no objecto anunciado.
    Os riscos de ver muita televisão são bem conhecidos e estudados.

    Alguns conselhos para os pais que querem tornar a televisão uma actividade mais segura para os seus filhos:
    - Retire a televisão do quarto das crianças e coloque brinquedos, jogos e outras alternativas apetecíveis na divisão onde esta se encontra.

    - Desligue-a na hora da refeição, privilegiando assim um momento de convívio em família.

    - Seleccione os programas mais adequados de acordo com a idade da criança, e idealmente, veja-o com o seu filho - isso proporcionar-lhe-á uma forma de filtrar conteúdos, bem como ir explicando e educando à medida que o programa decorre.

    - Discuta as suas preocupações com outros pais e professores, assim poderá evitar que o seu filho seja o único que não vê este ou aquele programa, sentindo-se de certa forma diferente.

    - Veja também poucas horas de televisão: além de dar o exemplo, é mais tempo que poderá passar com o seu filho a praticar desporto, ler ou simplesmente brincar...

    Disponivel em:

    http://www.educare.pt/educare/

     

     

    Mochila escolar: como pode ser "amiga" das costas?  
    Armanda Zenhas| 2008-09-10

    A sedução promovida pelo comércio e a pressão exercida pelo grupo de pares junto de cada estudante são adversárias difíceis de vencer pelos pais, quando se chega a altura de fazer as compras do material escolar ou de tentar convencer os filhos a usá-lo adequadamente.

    Disponivel:

    http://www.educare.pt/educare/

     

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    Quando as crianças recusam vegetais  
    Paula Veloso| 2008-08-20
     

    Recebo, com alguma frequência, queixas de que as crianças se recusam a comer vegetais ou produtos hortícolas, alimentos de indiscutível valor nutricional e que deviam ser incluídos na alimentação, pelo menos, duas vezes por dia.

    Disponivel: http://www.educare.pt/educare/

    Links Úteis

     

    http://www.min-edu.pt/np3/alunos

    http://paginaseducacao.no.sapo.pt/